Engraçado ver que as histórias de cada um de nós são tão particulares e ao mesmo tempo possuem pontos em comum com a trajetória de algumas pessoas que cruzam nossos caminhos. Um evento pode ultrapassar as fronteiras da expectativa, e desse poder de se compartilhar experiências. O conto de hoje mostra que mais do que isso, o EMEJ além de aproximar os sonhos, histórias e congressistas, ultrapassa também e principalmente as fronteiras geográficas!

Do Espirito Santo para Minas Gerais, a Paula Ladeira experimentou tudo que o EMEJ oferece e saiu dele com vontade de fazer diferente. Bem a característica de um empresário júnior nato. Mesmo vindo de longe, isso não foi um empecilho para ela e sua participação rendeu lembranças para toda a vida.

Segunda história - EMEJ 2015 - Copia“Participei de uma única edição do EMEJ, a de 2014, porém esta foi de tão grande impacto em minha vida (no MEJ e fora dele) que tenho a ousadia de vir aqui compartilhar. Sou da JuniorES, espírito-santense, mas nunca escondi meu amor por MG pra ninguém, desde sempre.

Encurtando a história, quando as inscrições do EMEJ começaram no ano passado eu havia acabado de ser admitida como trainee em minha ej (a CJA <3), e ainda não tinha muito conhecimento de MEJ. Entretanto, quando meu amigo (então PresCon da Juju) disse “vamos, é o evento da federação mineira, um dos melhores do Brasil e vai ser em Ouro Preto”, meu olho brilhou, meu coração parou e minhas pernas correram em direção ao computador mais próximo. Apesar das vagas esgotadas, eu tinha confiança de que conseguiria uma (até enchi um pouquinho a paciência da organização rs). Confesso que todo o desejo era mais pela cidade em si, o estado que amo, e a curiosidade de um evento regional. Pois bem, participei do meu primeiro evento, o ENEJ, e a partir de então comecei a vislumbrar o que seria o EMEJ.

Depois de uma cansativa contagem regressiva, uma ansiedade sem tamanho, setembro chegou para arrebatar meu coração para MG. O tema escolhido e a forma com que relacionaram com a história da cidade foi fantástico! A programação, as interações… tudo foi muito além daquilo que eu imaginava que pudesse ser com base nos e-mails que troquei e equipe que conheci no ENEJ.

O EMEJ 2014 trouxe toda a certeza que eu precisava sobre o meu legado. A partir do EMEJ eu pude perceber que eu ainda sou a mesma antes de entrar no MEJ, com os mesmos sonhos e ideais. Eu descobri que caibo no MEJ, que eu posso dominá-lo com a mesma amplitude que ele me domina, que eu posso ser quem eu quiser e impactar a demais pessoas com o legado que vou deixar. Eu pude me ver na história de outros empresários e pós-juniores, aprender com eles. Eu voltei do EMEJ cheia de sonhos, projetos e uma baita vontade de fazer ainda mais diferença, de deixar também o meu legado de ouro. Voltei também como uma enorme admiração pela FEJEMG e suas empresas, e faço questão de desfilar por todos os cantos com o manto da Maré Vermelha (além de não dispensar a presença da caneca do EMEJ no meu dia a dia haha).

É certo que, quando eu for um dino-jr, contarei minha história lembrando com muito carinho do EMEJ (não só o de 2014 haha), dizendo “não é apenas um dos melhores eventos do MEJ nacional, mas é o evento que mudou a minha vida no movimento e me inspirou a caminhar até onde estou”.

Se o EMEJ pode ser um degrau bem sólido na transformação de tantos empresários juniores, porque não ser o seu também? A Paula deixou a Maré Vermelha um pouco mais colorida quando veio do Espirito Santo direto para Minas e contribuiu para a grande expressividade do movimento empresa júnior.

O EMEJ é além de tudo, é capaz de agregar sonhos de todos os lugares. Nós estamos esperando contribuir com o seu, vem construir seu passado com a gente!

Recommended Articles

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Top