Localizada a oeste de Belo Horizonte, cerca de 537 quilômetros de distância, Uberlândia tem 683.247 habitantes (como aponta dados do IBGE em 2018). Hoje, é o município mais populoso da região do Triângulo Mineiro, o segundo mais populoso de Minas Gerais e, também, o quarto município mais populoso do interior do Brasil. Quando apontamos dados geográficos, fica fácil reconhecer essa cidade tão grande e querida do Triângulo. Quando estamos falando de Movimento Empresa Júnior, Uberlândia também já foi palco de diversos marcos da Rede Mineira.

E quando estamos falando de movimento cultural, como podemos identificar Uber?

Para começo de conversa, a cultura de uma cidade é um dos poucos elementos capaz de restabelecer ligação com o passado, através da preservação da memória e das estruturas físicas e culturais pelas quais ela é composta. A cultura é universo singelo – e ao mesmo tempo múltiplo – com tudo que pode ser tocado ou não, material ou imaterial. Nessa linha de raciocínio, as tradições culturais estão presentes, mesmo que visualmente em nossas vidas. E, conscientes ou não disso, são traços do passado, de eventos que tiveram um momento único de ocorrência em outra época. Esses traços constantes de revitalização do passado se manifestam em Uberlândia: seja nas festividades religiosas ou carnavalescas, na riqueza da culinária ou medicina popular, no artesanato, na música e nas construções arquitetônicas, nos locais ou monumentos históricos.

A cidade conta com um rico patrimônio cultural. Possui 19 bens tombados, sendo alguns deles a Praça Tubal Vilela, tombada como Patrimônio Histórico Municipal em 22 de novembro de 2004, sendo parte dos projetos urbanísticos elaborados no final do século XIX objetivando a construção de uma cidade moderna; a Igreja de Nossa Senhora do Rosário, tombada em 9 de dezembro de 1985, conhecida por ser o prédio religioso mais antigo no espaço urbano de Uberlândia, tendo suas obras iniciadas em 1893; e também a Igreja do Espírito Santo do Cerrado que foi projetada em 1975 pela arquiteta Lina Bo Bardi a pedido do Frei Egydio Parisi e o Frei Fúlvio. Todos os 19 bens tombados contam, por si só, a trajetória de uma cidade que cresceu de forma rápida e rodeada por marcos.

A culinária de Uberlândia foi influenciada pela composição geográfica do cerrado. Essa influência está no sabor e preparo de pratos com ingredientes simples e naturais, comuns da região, como arroz suã, galinhada, molho de pequi e de mamão verde na cambuquira, frango ao molho pardo e angu de milho verde com tempero de açafrão, colorau ou pimenta, além de vários doces.

No artesanato a arte de tramar fios é importante em Uberlândia, pois tem um caráter profundamente cultural e social. Através da produção de mantas, tapetes, jogos americanos, colchas ou xales, as pessoas são remetidas a um ofício comum à boa parte da população. Tecelãs e fiandeiras revelam com agilidade nos movimentos a prática de um saber que a elas está vinculado, principalmente ao sustento familiar.

A riqueza cultural de Uberlândia é surpreendente. Existem infinitas possibilidades de experiências esperando por você na sua passagem pela cidade. Busque, além de vivenciar o EMEJ, conhecer a cultura da maior cidade do Triângulo Mineiro. Queremos que, além de internalizar todo o conteúdo do evento, você saia transformado por uma nova ótica: a de se sentir Mineiro, por raiz e cultura. E, sem dúvidas, Uberlândia é o melhor lugar para isso.

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Fonte: Portal Online da Prefeitura Municipal de Uberlândia.

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